![]() |
| Nova sondagem mexe com o cenário político: AD desce e PS e Chega ganham força. |
Principais forças partidárias em queda nas intenções de voto: AD desce e fica mais perto do PS e Chega, revela sondagem
A queda da AD nas novas intenções de voto está a alterar o equilíbrio político em Portugal. A mais recente sondagem revela que a coligação perde força e fica perigosamente próxima do PS e do Chega. O cenário gera tensão, dúvidas e mexe com o rumo da política nacional.
- AD perde vantagem e aproxima-se dos rivais.
- PS estabiliza, mas ainda não recupera terreno.
- Chega mantém crescimento e pressiona o sistema partidário.
- Sondagem revela mudança no comportamento do eleitorado.
- Especialistas alertam para impacto nas próximas decisões políticas.
Leia também: Imigração em Portugal: novas medidas geram forte polémica.
| Subornos na GNR: Operação Safra Justa revela pagamentos semanais para “garantir” o controlo de migrantes.
Intenções de voto em queda: o que revela a sondagem mais recente
A nova sondagem, divulgada por meios portugueses como a SIC e o Expresso, mostra uma tendência clara: a AD inicia um ciclo de queda, enquanto PS e Chega se aproximam no cenário eleitoral. Esta mudança tem impacto imediato na perceção pública, no discurso político e no futuro das alianças partidárias.
No início da sondagem, observou-se que a AD perde dois pontos percentuais nas intenções de voto. O recuo reduz a distância face ao PS, que se mantém estável, e deixa a coligação apenas alguns pontos à frente do Chega, que continua a atrair eleitores insatisfeitos com o sistema tradicional.
Tabela com os novos números da sondagem
| Partido / Coligação | Intenções de voto anteriores | Intenções de voto atuais | Variação |
|---|---|---|---|
| AD | 33% | 31% | -2 pp |
| PS | 29% | 29% | 0 |
| Chega | 17% | 18% | +1 pp |
| IL | 6% | 6% | 0 |
| Bloco de Esquerda | 5% | 5% | 0 |
Por que a AD está a descer? Especialistas apontam três causas principais
O início da queda da AD não surge do nada. Segundo analistas políticos entrevistados pelo Diário de Notícias e pelo Público, há três grandes fatores que explicam esta tendência:
1. Percepção de instabilidade
Críticas internas, divergências públicas e dificuldades na comunicação de medidas governativas têm gerado a imagem de um governo menos firme do que o esperado. Isso afasta sobretudo eleitores moderados e indecisos.
2. Economia com recuperação lenta
Apesar dos indicadores positivos do Banco de Portugal, muitos portugueses sentem que a recuperação no bolso ainda não chegou. Questões como inflação, habitação e perda de poder de compra continuam a pesar nas intenções de voto.
3. Crescimento do Chega entre os descontentes
O Chega mantém um discurso direto e emocional, que apela a eleitores frustrados com o sistema político tradicional. A sua subida de um ponto percentual reforça a pressão sobre os grandes partidos.
Comparação histórica: como evoluíram as intenções de voto nos últimos 12 meses
Para entender melhor o impacto desta sondagem, analisamos dados recolhidos por diferentes institutos de estudos de opinião.
| Mês | AD | PS | Chega |
|---|---|---|---|
| Janeiro | 34% | 28% | 16% |
| Abril | 33% | 29% | 17% |
| Setembro | 32% | 29% | 18% |
| Outubro | 31% | 29% | 18% |
Leia também:
O que estas mudanças significam para o futuro político de Portugal
A aproximação entre AD, PS e Chega altera o panorama político e pode influenciar futuras negociações, decisões governativas e até estratégias de campanha.
Segundo o politólogo Luís Aguiar-Conraria, citado pelo Expresso, esta nova configuração “obriga os partidos tradicionais a reforçarem propostas concretas e mais próximas da realidade das famílias”.
Impactos mais imediatos
- Reforço da disputa pelo eleitor indeciso.
- Aumento da tensão entre AD e PS no debate público.
- Chega ganha capacidade de pressão nas agendas temáticas.
- Risco de maior polarização política.
FAQ — Perguntas frequentes sobre sondagens e intenções de voto
As sondagens são confiáveis?
Sim, desde que realizadas por institutos credenciados. No entanto, mostram tendências, não resultados definitivos.
As intenções de voto podem mudar rapidamente?
Podem. Fatores como debates políticos, escândalos ou crises económicas têm forte impacto.
O que leva eleitores a mudarem de partido?
Economia, segurança, habitação, percepção de confiança e desempenho dos líderes.
Conclusão
As novas intenções de voto mostram que a AD está a perder terreno, enquanto PS e Chega se aproximam. O cenário aumenta a tensão política, obriga a novas estratégias e deixa o futuro mais imprevisível. Para o eleitor, este é um momento crucial para acompanhar debates, propostas e medidas reais que podem impactar diretamente a vida quotidiana.
Guarda o Portal Mundo Time nos teus favoritos e regressa todos os dias para as notícias que importam.
Aviso: Este artigo baseia-se em dados de sondagens divulgadas por órgãos de comunicação portugueses e pode ser atualizado à medida que novas informações forem disponibilizadas.


Fique por dentro das dicas práticas sobre finanças, investimentos como economizar dinheiro, receitas fáceis, saúde, notícias e celebridades. Aprenda a melhorar sua vida diariamente! Aprender a economizar