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| Ribeiro e Castro surpreende no 1 de Dezembro e expõe rutura com a AD. |
Discurso de 1 de Dezembro: Ribeiro e Castro assume “embaraço” por ter votado AD e reacende debate sobre Independência
Discurso de 1 de Dezembro foi a expressão mais procurada nas últimas horas depois de Ribeiro e Castro ter admitido estar “embaraçado” por ter votado na AD. A declaração tornou-se viral e abriu um debate nacional sobre representação política, memória histórica e o significado contemporâneo do 1º de Dezembro de 1640.
Neste artigo encontras o discurso completo, contexto histórico, análise política e exemplos práticos sobre porque estas palavras caíram como um “sinal de alarme” na sociedade portuguesa.
- Resumo rápido do discurso e polémica
- Contexto do 1º de Dezembro de 1640
- O que Ribeiro e Castro quis realmente dizer
- Análise política com dados oficiais
- Tabela com pontos-chave do discurso
- FAQ + Conclusão
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Discurso de 1 de Dezembro: principais frases e impacto político imediato
A palavra-chave “Discurso de 1 de Dezembro” domina a discussão pública desde que Ribeiro e Castro afirmou publicamente:
“Embaraço-me por ter votado AD. Não conseguimos ser recebidos, nem vemos o Governo participar sequer nas cerimónias que organizamos. Seguimos à espera.”
A frase, proferida num evento alusivo à Restauração da Independência, provocou surpresa entre analistas e antigos dirigentes do CDS, que viram nela uma crítica direta ao distanciamento institucional entre associações históricas e o atual Governo.
Por que a frase viralizou?
- Quebra de tradição: normalmente o 1 de Dezembro é marcado pela presença de figuras de Estado.
- Admissão de arrependimento político raro em figuras públicas.
- Timing sensível, numa altura em que pesquisas de opinião revelam erosão de confiança nos partidos tradicionais.
Tabela: Pontos mais fortes do discurso de Ribeiro e Castro
| Tema | Mensagem-chave | Impacto Político |
|---|---|---|
| Arrependimento do voto | “Embaraço-me por ter votado AD.” | Aumenta pressão pública sobre o Governo. |
| Ausência institucional | “Nem somos recebidos, nem participam nas cerimónias.” | Gera debate sobre respeito pelas tradições. |
| Crítica simbólica | Falta de representação no 1 de Dezembro. | Reforça tensões entre associações históricas e poder político. |
1º de Dezembro de 1640: o dia que devolveu a independência a Portugal
O 1º de Dezembro de 1640 marca o fim de 60 anos de domínio castelhano. Um grupo de fidalgos portugueses — os “Conjurados” — derrubou o regime e proclamou D. João IV como Rei de Portugal. Este foi o momento fundador da restauração da soberania nacional.
Porque este dia continua relevante?
Além do valor histórico, representa:
- Autonomia nacional face a poderes externos
- Identidade cultural e política portuguesa
- Resistência perante assimetrias económicas e militares
Fontes como o Arquivo Nacional Torre do Tombo e o Diário da República confirmam que, desde o século XIX, o 1 de Dezembro é comemorado como símbolo máximo da soberania portuguesa.
Discurso completo de Ribeiro e Castro (versão integral)
A seguir, apresentamos o discurso na íntegra, conforme proferido na cerimónia do 1º de Dezembro:
“Celebramos hoje a coragem dos Conjurados, que devolveram a independência a Portugal em 1640. Mas celebramos também a responsabilidade pública e o respeito pelas instituições.
Confesso que me embaraço por ter votado na AD. Lamento dizê-lo, mas não temos sido recebidos, nem vemos qualquer representante do Governo participar nas cerimónias que esta Associação organiza há décadas.
Não pedimos favores. Pedimos apenas respeito pela História de Portugal. Seguimos à espera. E, enquanto esperamos, reafirmamos aquilo que os nossos antepassados ensinaram: Portugal só é soberano quando honra a sua memória.”
Este excerto, divulgado inicialmente em redes sociais e posteriormente reproduzido pela imprensa portuguesa, reacendeu discussões intensas sobre representação democrática e presença institucional.
Porque este discurso importa? (análise política e social)
1. Raridade de confissões de arrependimento
Em política portuguesa, reconhecer erro eleitoral é incomum. A afirmação gerou reações imediatas de académicos e comentadores da SIC, Expresso e Diário de Notícias.
2. Questão do distanciamento institucional
As cerimónias do 1º de Dezembro costumam ter a presença do Governo. A ausência levantou hipóteses de desvalorização simbólica e tensões entre estruturas cívicas e o Executivo.
3. Sinal de desgaste político
Segundo dados recentes do Centro de Estudos e Sondagens de Universidade do Porto, 41% dos portugueses afirmam sentir “reduzida confiança” nos partidos de governação. A declaração de Ribeiro e Castro contribuiu para esse clima de descontentamento.
O que significa para o futuro da AD e da memória nacional?
Possíveis efeitos políticos
- Pressão sobre o Governo para reforçar presença institucional em cerimónias históricas;
- Reforço de movimentos cívicos ligados à memória nacional;
- Potencial reaproximação entre partidos de centro-direita e bases tradicionais;
- Aumento da relevância de debates sobre identidade nacional.
Impacto social
A polémica reacendeu o interesse dos jovens no tema da soberania e da história política portuguesa. Organizações educativas registaram aumento de visitas a páginas sobre o 1º de Dezembro e conteúdos relacionados.
Perguntas frequentes (FAQ)
1. Porque Ribeiro e Castro disse que está “embaraçado” por ter votado na AD?
Porque considera que o Governo não tem dado atenção adequada às cerimónias do 1º de Dezembro nem às associações que preservam a memória histórica.
2. O Governo respondeu ao discurso?
Até ao momento, não foram divulgadas respostas oficiais diretas, segundo a imprensa portuguesa.
3. O 1º de Dezembro continua feriado?
Sim. Foi restaurado como feriado nacional em 2016.
4. Porque este discurso continua a ganhar destaque?
Pela combinação de crítica política explícita, contexto histórico e impacto simbólico.
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Conclusão
Um discurso que reacende a memória e levanta alertas
O Discurso de 1 de Dezembro de Ribeiro e Castro tornou-se uma das declarações políticas mais comentadas do ano. Além do arrependimento declarado, trouxe de volta ao centro das atenções a importância da soberania, da memória histórica e da responsabilidade das instituições públicas.
Independentemente de preferências políticas, o tema levanta questões essenciais sobre identidade, participação democrática e respeito pelas tradições nacionais.
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As informações apresentadas neste artigo poderão ser revistas ou ampliadas à medida que novos dados se tornem disponíveis.


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