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| Mendes diz que Ventura ameaça a diplomacia com ataques a líderes estrangeiros. |
Luís Marques Mendes critica Ventura: falta de sentido de Estado e polémicas com líderes estrangeiros
- Luís Marques Mendes critica Ventura
Marques Mendes pede calma à comunidade cigana- Debate tenso com acusações sobre estilo, linguagem e sentido de Estado.
- Mendes diz que Ventura “nunca será Presidente da República”.
- Exemplos citados: críticas de Ventura a Lula da Silva e João Lourenço.
- Análise completa com dados, contexto político e impacto eleitoral.
Luís Marques Mendes critica Ventura logo no início do debate ao acusar o líder do Chega de ter “falta de sentido de Estado”. A declaração incendiou o confronto político e abriu uma discussão mais profunda: até que ponto o estilo confrontacional de André Ventura prejudica a sua imagem como potencial Presidente da República?
Este artigo explica o contexto, analisa as acusações, apresenta dados oficiais, traz exemplos reais e mostra porque este debate importa — tanto para o eleitorado como para o futuro político de Portugal.
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Marques Mendes pede calma à comunidade cigana e diz que Ventura não tem perfil para Presidente
Marques Mendes afirmou que André Ventura não tem perfil para exercer o cargo de Presidente da República, sublinhando que o país precisa de uma figura moderadora, capaz de unir os portugueses e respeitar os valores democráticos. O comentador e antigo líder do PSD defendeu que o discurso político deve ser feito com responsabilidade, evitando tensões sociais e mensagens que possam agravar divisões na sociedade.
Ao mesmo tempo, Mendes apelou à calma, dirigindo-se à comunidade cigana e à opinião pública em geral, defendendo que o debate político não deve ser alimentado pelo medo ou pela confrontação. Segundo o próprio, Portugal precisa de estabilidade e de um clima de serenidade institucional, especialmente num contexto de crescente polarização política.
Luís Marques Mendes critica Ventura: o que desencadeou a polémica?
A crítica de Luís Marques Mendes surgiu durante um debate televisivo em que o comentador e ex-líder do PSD acusou Ventura de utilizar uma linguagem politicamente irresponsável, com ataques permanentes a chefes de Estado estrangeiros como Lula da Silva (Brasil) e João Lourenço (Angola). Mendes foi direto: “Com este comportamento, André Ventura nunca será Presidente da República”.
Mendes reforçou que um Chefe de Estado deve representar Portugal com diplomacia, ponderação e sentido institucional — características que, segundo ele, Ventura não demonstra.
Por que estas críticas importam?
- Portugal depende de relações diplomáticas sólidas, especialmente com países lusófonos.
- As presidenciais de 2026 serão marcadas pela disputa entre perfis políticos opostos.
- O eleitorado quer saber quem tem capacidade real para ocupar o cargo mais alto do Estado.
Exemplos das críticas de Ventura citados por Luís Marques Mendes
Durante o debate, Mendes apresentou exemplos concretos para justificar a acusação de falta de sentido de Estado.
| País | Líder Visado | Crítica de Ventura | Motivo da Polémica |
|---|---|---|---|
| Brasil | Lula da Silva | Acusou Lula de “não ser bem-vindo a Portugal”. | Atitude vista como hostil e contrária à diplomacia portuguesa. |
| Angola | João Lourenço | Chamou o Presidente angolano de “corrupto”. | Considerado grave devido à importância das relações luso-angolanas. |
Impacto na imagem presidencial de Ventura
Segundo Luís Marques Mendes, as declarações de Ventura afastam-no do perfil exigido a um Presidente. A Constituição descreve o Presidente da República como garante do Estado, moderador e representante máximo de Portugal no mundo.
No entanto, o estilo de Ventura baseia-se em confronto, denúncia e linguagem populista — estratégias eficazes em campanhas legislativas, mas altamente questionadas para funções presidenciais.
Dados recentes que reforçam a crítica
O Barómetro Político da Universidade Católica indica que, apesar do crescimento do Chega nas legislativas, Ventura continua a enfrentar rejeição elevada quando o tema são as presidenciais. A taxa de rejeição é superior a 50%, segundo estudos mencionados pela SIC e pelo Expresso.
Marques Mendes arrasa Ventura: “Falta-lhe sentido de Estado” após ataques a Lula e João Lourenço
Luís Marques Mendes deixou duras críticas a André Ventura, acusando o líder do Chega de não compreender a responsabilidade institucional que deve acompanhar quem aspira a cargos de chefia nacional.
Para o comentador, os sucessivos ataques de Ventura a chefes de Estado estrangeiros, como Lula da Silva e João Lourenço, revelam “falta de sentido de Estado” e uma visão “radicalizada” que, na sua opinião, prejudica a imagem externa de Portugal num momento em que o país necessita de estabilidade diplomática.
Marques Mendes reforçou ainda que a política externa não pode ser tratada como palco de confrontos internos ou de provocações partidárias. Sublinhou que declarações inflamadas e insultos dirigidos a líderes de países com relações estratégicas com Portugal colocam em causa a credibilidade do próprio Estado português. As críticas foram interpretadas como um aviso direto ao crescimento do discurso populista e à forma como Ventura tenta transformar polémicas internacionais em bandeiras políticas internas.
Relações internacionais: por que isto é central no debate
Portugal mantém laços estratégicos com os países da CPLP. Angola e Brasil estão entre os principais parceiros económicos, sendo que, segundo dados do INE e do Banco de Portugal:
- Angola é um dos maiores destinos de investimento português.
- Brasil está entre os cinco principais parceiros comerciais fora da Europa.
A instabilidade diplomática tem impacto direto em:
- exportações
- investimento empresarial
- acordos de mobilidade
- cooperação cultural e educativa
Por que Mendes insiste neste ponto
Segundo analistas entrevistados pelo Diário de Notícias e pelo Observador, a postura de Ventura poderia, caso eleito, criar isolamentos diplomáticos desnecessários. Isso prejudicaria Portugal num momento em que o país depende de alianças externas para investimentos, turismo e estabilidade económica.
Ventura responde: “Mendes representa a elite política”
O líder do Chega não deixou as críticas sem resposta. Ventura acusou Mendes de ser “porta-voz da elite política” e afirmou que o comentador representa “o sistema” que o Chega diz combater.
Ventura argumenta que a sua linguagem direta reflete a frustração dos portugueses e que as críticas a líderes estrangeiros são uma defesa da soberania nacional.
No entanto, especialistas em Relações Internacionais discordam, afirmando que linguagem agressiva raramente resulta em ganhos concretos para o país.
Análise: Ventura pode ou não ser Presidente?
Esta pergunta é central para milhões de eleitores e afeta diretamente o futuro político de Portugal.
O que dizem os especialistas
- O cargo exige capacidade de unir, não dividir — ponto destacado por Mendes.
- O Presidente necessita atuar como representante máximo da Nação, o que inclui relações internacionais sofisticadas.
- Estilo confrontacional pode afastar eleitores moderados, essenciais numa eleição presidencial.
O que mostram as sondagens
A SIC e o Expresso indicam que Ventura tem popularidade elevada entre jovens e eleitores insatisfeitos com a política tradicional, mas enfrenta travão no eleitorado mais velho e no centro político. Sem estes dois blocos, a vitória presidencial torna-se improvável.
O que isto significa para as Presidenciais 2026?
A polémica abre espaço para debates mais profundos:
- Quem representa verdadeiramente a estabilidade?
- Portugal quer um Presidente moderado ou combativo?
- As relações internacionais serão tema central na campanha?
Os próximos meses serão decisivos para perceber se Ventura consegue moderar a postura ou se continuará a apostar na confrontação — estratégia que gera atenção, mas também resistência.
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Conclusão
Luís Marques Mendes desencadeou uma discussão crítica ao afirmar que Ventura tem “falta de sentido de Estado” e não reúne condições para ser Presidente da República. A polémica não é apenas sobre estilo, mas sobre o papel diplomático e institucional de um Chefe de Estado.
Se Ventura conseguir adaptar a comunicação e oferecer garantias de estabilidade institucional, poderá abrir portas a um novo eleitorado. Caso contrário, as críticas de Mendes poderão marcar de forma decisiva o caminho até 2026.
FAQ – Perguntas frequentes
Ventura pode legalmente candidatar-se à Presidência?
Sim. Cumpre todos os requisitos constitucionais.
A crítica de Luís Marques Mendes afeta o eleitorado?
Sim, especialmente entre eleitores moderados e indecisos.
As relações com Angola e Brasil podem ser prejudicadas?
Sim, declarações hostis podem criar tensões diplomáticas com impacto económico direto.
Ventura tem hipóteses reais de vencer em 2026?
Depende da capacidade de ampliar o eleitorado para além da base do Chega.
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Aviso: Este artigo é de carácter informativo e segue dados públicos e fontes verificadas. Não constitui aconselhamento político.


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